A mudança da minha vida começou em 2020. E não foi por conta da pandemia.
Tudo começou em fevereiro, quando meu exame de sangue deu positivo. Foi um susto enorme, pois eu não estava em um relacionamento sério e não tinha perpectiva alguma de se tornar um, por escolha minha.
Depois da montanha russa de emoções, da negação nos primeiros dias, veio a aceitação. E a culpa. A culpa pelo pensamentos que eu tive, por ter um principio de rejeição, dentro de tantas outras pequenas coisas que aconteceram até eu sentir aquele pulinho na minha barriga pela primeira vez.
Levei toda a gestação de maneira super tranquila, mantive a paz e a tranquilidade, sem nenhuma intercorrêmcia. Se quer tive corrimentos.
Minha filha, minha primôgenita, chegou em outubro e veio por um parto cesarea. Fui mãe solo ate seu oitavo mês de vida, e foi igualmente tranquilo. Nós duas no nosso mundinho. E sim, eu tinha uma rede de apoio maravilhosa: meus pais. Aos 20 e tantos anos eu ainda morava com eles por planejamentos da vida. Porém, sempre tive meu trabalho. Ja tinha a minha profrissão, um emprego estável, habilitação e meu carrinho.
No oitavo mês da minha filha, conheci meu atual marido. E foi então que se iniciou a segunda mudança da minha vida...

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